MONITORAMENTO DE CLIQUES: QUAIS SÃO OS LIMITES LEGAIS PARA AS EMPRESAS?

Publicado em 17 de Novembro de 2025

O monitoramento de cliques ganhou relevância com o avanço do trabalho digital, trazendo à tona discussões sobre produtividade, privacidade e limites legais.

 

Empresas estariam utilizando softwares para monitorar a produtividade dos funcionários, especialmente os que atuam em modelo remoto. O tema ganhou força após uma série de demissões, quando métricas digitais foram usadas como critério de avaliação, levantando debates sobre transparência e impactos na saúde mental nas relações de trabalho.

 

A legislação brasileira permite o monitoramento, desde que seja proporcional, informado e com finalidade legítima, conforme determinam a CLT e a LGPD. Quando há práticas invasivas, falta de transparência ou uso punitivo de métricas, há risco de violação de direitos, desgaste organizacional, aumento de litígios e queda de produtividade.

 

Muitas empresas têm buscado estruturar o monitoramento de forma responsável, adotando políticas internas claras, treinamentos e comunicação contínua.

 

Com transparência e foco em resultados, o monitoramento pode ser uma ferramenta legítima de gestão, capaz de apoiar a eficiência sem comprometer direitos e a confiança entre equipes e lideranças.

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