O monitoramento de cliques ganhou relevância com o avanço do trabalho digital, trazendo à tona discussões sobre produtividade, privacidade e limites legais.
Empresas estariam utilizando softwares para monitorar a produtividade dos funcionários, especialmente os que atuam em modelo remoto. O tema ganhou força após uma série de demissões, quando métricas digitais foram usadas como critério de avaliação, levantando debates sobre transparência e impactos na saúde mental nas relações de trabalho.
A legislação brasileira permite o monitoramento, desde que seja proporcional, informado e com finalidade legítima, conforme determinam a CLT e a LGPD. Quando há práticas invasivas, falta de transparência ou uso punitivo de métricas, há risco de violação de direitos, desgaste organizacional, aumento de litígios e queda de produtividade.
Muitas empresas têm buscado estruturar o monitoramento de forma responsável, adotando políticas internas claras, treinamentos e comunicação contínua.
Com transparência e foco em resultados, o monitoramento pode ser uma ferramenta legítima de gestão, capaz de apoiar a eficiência sem comprometer direitos e a confiança entre equipes e lideranças.
RELACIONADAS
FALE CONOSCO
Envie sua mensagem. Nossos especialistas entrarão em contato, prontos para oferecer soluções personalizadas e atender suas necessidades jurídicas.
FAÇA PARTE DO FFA
Idioma